Escola Politécnica da USP

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‘Fala que eu te escuto’

Poli-USP tem dois canais de comunicação para manter diálogo entre as instâncias administrativas e a comunidade politécnica

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) disponibiliza dois canais de comunicação oficiais para que alunos e outros integrantes da comunidade politécnica possam formalizar reclamações, críticas e oferecer sugestões. O primeiro deles é a Ouvidoria da Poli, cuja pessoa responsável é Maria Cristina Olaio Villela, atual chefe da Divisão de Biblioteca. O segundo é a Assistência Técnica Acadêmica da Escola, chefiada por Márcia Costa Pinto Barros.

A Poli-USP foi pioneira na criação da Ouvidoria, em 1988, estabelecida antes de haver uma lei estadual que determinasse que todos os órgãos públicos tivessem essa instância. A Ouvidoria recebe sugestões, críticas, elogios, reclamações, denúncias e pode ajudar no esclarecimento de dúvidas sobre o funcionamento da Escola. Tudo deve ser feito pelo e-mail da ouvidoria.

Segundo Maria Cristina Olaio Villela, o procedimento padrão é receber as denúncias e reclamações dos alunos e encaminhá-los à pessoa ou ao setor responsável para os devidos esclarecimentos. “O papel do Ouvidor da Poli é ser um canal de comunicação entre os alunos, os pais, a comunidade em geral. É importante ter esse meio de contato para que a sociedade se sinta respeitada e atendida nas suas necessidades”, destaca.

Já a Assistência Técnica Acadêmica cuida dos assuntos administrativos relacionados à graduação e pós-graduação. Para esse órgão os alunos podem pedir ajuda em questões que vão desde a dificuldade enfrentada com notas, desentendimentos com professores e colegas da Escola, até problemas relacionados à saúde que estejam afetando os estudos.

No contato por meio desse canal, a identidade do aluno é sempre preservada. Os casos mais complexos são repassados à Diretoria para avaliação. Os estudantes recebem as orientações necessárias e são tomadas as devidas providências, que pode ser desde reuniões conciliatórias para promoção da resolução de um conflito por meio do diálogo, até criação de uma Comissão de Sindicância, entre outras soluções. Cada caso é analisado individualmente.

Na recepção dos calouros, há mais um canal de comunicação, desta vez da USP: o Disque-Trote, que recebe denúncias de trotes que envolvam agressão física ou moral ou outras formas de constrangimento.

Serviço

Ouvidoria: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Assistência Técnica Acadêmica: 3091-5571 / 5524 ou Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Disque-Trote: 0800 012 10 90 ou Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

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ATENDIMENTO À IMPRENSA

Acadêmica Agência de Comunicação – www.academica.jor.br

11+ 5549-1863 / 5081-5238 (Acadêmica)

11 +3091-5295 (Poli-USP)

Janaína Simões – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Homologadas de eleições discentes nos Departamentos de Engenharia Naval e de Produção

HOMOLOGAÇÃO DE ELEIÇÕES DISCENTES EPUSP

O Diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Prof. Dr. José Roberto Castilho Piqueira, homologa as eleições para representantes discentes junto aos colegiados abaixo relacionados. Os mandatos terão validade de um ano, com vigência de 06 de fevereiro de 2018 a 05 de fevereiro de 2019.

Acesse o documento completo aqui.

 CHAPAS / CANDIDATOS ELEITOS:

Portaria 2248/2017 – Representação discente e respectivo suplente de graduação junto à Comissão de Coordenação de Cursos (COC) e ao Conselho do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica  (PNV) da Escola Politécnica da USP:

  • COC - Beatriz Tai Lopes (titular) e João Pedro Cunha Machado da Silva (suplente);
  • CONSELHO DE DEPARTAMENTO – João Machado Baptista (titular) e Mauricio Hiroshi Shiguihara (suplente).

Portaria 2249/2017 – Representação discente e respectivo suplente de pós-graduação  junto à Coordenação de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (CCP-PPGEP) da Escola Politécnica da USP:

  • Graziela Darla Araújo Galvão (titular) e Diego Honorato Clemente (suplente)
Última atualização em Ter, 06 de Fevereiro de 2018 13:26
 

Pesquisadores do Reino Unido apresentam ferramenta de modelagem de emissões na Poli-USP

 Workshop organizado pelo RCGI é gratuito e aberto ao público.

Nesta quarta-feira (7/2), às 14h, na sede do Fapesp Shell Research Centre for Gas innovation (RCGI), na Escola Politécnica (Poli-USP), em São Paulo, pesquisadores do time de modelagem do Sustainable Gas Institute (SGI), da Inglattera, irão ministrar um workshop sobre o MUSE – Modular Energy System Simulation Environment. Os palestrantes Ivan Garcia Kerdan, Sara Budinis, Sara Giarola e Julia Sachs apresentarão a ferramenta e mostrarão suas aplicações no âmbito energético. O seminário, que acontece na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), é aberto ao público e dirigido a engenheiros e pesquisadores interessados em modelagem de cenários.

O MUSE simula caminhos plausíveis da transição dos sistemas de energia para uma economia de baixo carbono em uma escala global. O modelo trabalha o comportamento de investidores reais em diferentes cenários. A apresentação dará uma visão técnica geral da metodologia utilizada em módulos setoriais do MUSE pré-selecionados. Os setores cobertos são Geração de Energia, Indústria, Refinaria e Agricultura e Uso de Terras.

“A ferramenta simula o que vai acontecer nos próximos cem anos e fornece uma perspectiva global de oportunidades e desafios para a indústria de energia.  Nela, estão incluídas 28 regiões, representando o mundo todo”, explica a professora Celma de Oliveira, colaboradora de RCGI e professora do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

Dia: 7 de fevereiro

Horário: 14h

Local: Sede do RCGI (Av. Professor Mello Moraes, 2231, prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Poli-USP, Cidade Universitária – São Paulo).


ATENDIMENTO À IMPRENSA

Acadêmica Agência de Comunicação

(11) 5549-1863 / 5081-5237

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10 curiosidades sobre a Poli-USP que todo calouro deve saber

Uma das escolas de engenharia mais antigas do País, a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo é também uma das mais tradicionais instituições de ensino brasileiras, reunindo o prestígio de ter formado engenheiros que participaram de diversos momentos importantes da história do Brasil, à responsabilidade de sua missão: contribuir com o desenvolvimento tecnológico da sociedade que a mantém.

Assista aqui ao vídeo institucional da Escola Politécnica da USP, que apresenta as principais atividades nela desenvolvidas.

1. A Poli-USP completa 125 anos em 2018

Fundada em 24 de agosto de 1893, pela lei estadual nº 191, de 24 de agosto de 1893 e inaugurada em 15 de fevereiro de 1894, a Escola foi criada 40 anos antes da Universidade de São Paulo, o que se deu em um momento de desenvolvimento industrial e urbano, no qual a sociedade paulista necessitava de profissionais para dar sustentação à modernização do Estado.

Assista aqui ao vídeo comemorativo dos 120 anos da Escola, lançado em 2013, em versão extendida ou resumida.

A criação da Escola foi resultado de um conjunto de ações visionárias governamentais e de empreendedores paulistas para criar e estabelecer uma indústria forte do Estado de São Paulo, de modo a propiciar crescimento econômico não somente baseado na agricultura. A instituição surgiu, portanto, num momento fundamental da vida de São Paulo: foi um dos pilares de implantação da indústria e, mais tarde, propulsora do processo de modernização tecnológica, intervindo diretamente na vida econômica do Estado e contribuindo para transformá-lo no principal centro econômico do País.

2. A Poli já formou mais de 30 mil politécnicos

Os engenheiros formados na Poli-USP costumam se chamar como politécnicos. Entre 1885 e 2017, já haviam se graduado 30.885 politécnicos. Além da graduação, a Poli já formou mais de 10 mil pós-graduados, entre 7.124 títulos de mestrado e 3.278 de doutorado. Por aqui se formaram CEOs de empresas como TAM, Vale, Odebretch, Motorola, Buscapé, além de governadores, ministros, prefeitos, secretários...

3. A Poli foi fundada antes da USP. E a USP foi fundada por um politécnico

Assim como outras unidades de ensino, a Escola foi fundada antes da Universidade de São Paulo, criada em 1934. A criação da Poli integrou o esforço do governo em oferecer uma universidade pública à população que, além do ensino, incentivasse a atividade científica e promovesse a difusão do conhecimento.
A Universidade foi fundada em 25 de janeiro de 1934, pelo interventor federal no governo do Estado, Armando de Salles Oliveira, um politécnico articulador da Revolução de 32, cuja presença foi uma solução de conciliação entre o governo e as lideranças paulistas derrotadas. A Escola se beneficiou com a incorporação à nova instituição, pois o ensino de engenharia foi dinamizado com o estudo das ciências e, sobretudo, com as aulas de professores estrangeiros de alta qualificação, que vieram ministrar cursos na nova universidade.

4. A Poli tem mais de 6,5 mil alunos regularmente matriculados em cem disciplinas

Nos 17 cursos de graduação, que oferecem mais de cem disciplinas, em 2017 estavam matriculados regularmente nos cursos de graduação 5.241 estudantes em 2017. Na pós-graduação, havia 818 alunos de mestrado, e 636 de doutorado.

5. O tamanho da Escola equivale a 21 campos de futebol

Seguindo o padrão FIFA, que estabelece campos de 7.140 metros quadrados, a Escola Politécnica possui mais de 21 campos de futebol de área construída. São ao todo 152.525,26m², distribuídos em:

  • 22.412,00m² de laboratórios
  • 20.285,12m² de salas de aula
  • 5.029m² de bibliotecas (10 bibliotecas)
  • Poli Santos - SP 1.501m²
  • CEPEMA - Cubatão - SP - 2.439,58 m²

6. A Escola possui mais de 800 funcionários

Entre professores e funcionários, 841 profissionais atuam nas atividades acadêmicas e administrativas da Escola. São 445 docentes, sendo 80% deles doutores, e 396 funcionários, que majoritariamente ocupam cargos técnicos.

7. Os pesquisadores da Poli desenvolvem tecnologia para a indústria brasileira

A hidrelétrica Itaipu, o metrô de São Paulo, a exploração de petróleo na camada do pré-sal são alguns exemplos das transformações em que a Poli esteve à frente. Aqui, por exemplo, está um dos simuladores de operações marítimas mais avançados do mundo (TPN-USP), é desenvolvida uma tecnologia inovadora em nível mundial para reúso de água (CIRRA-USP), são estudadas tecnologias da indústria 4.0 (Inovalab), entre muitas outras aplicações fundamentais para a economia e a sociedade.

8. Com o intercâmbio, o estudante da Poli pode conseguir um diploma duplo internacional

Desde 1998, a Poli passou a oferecer oportunidades para os alunos poderem realizar parte de seu curso no exterior. A Escola possui um grande número de convênios com Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa em diversos países, o que possibilita ao aluno realizar intercâmbio aproveitando as disciplinas. Em programas mais concorridos, o estudante pode obter uma dupla titulação em universidades de renome de diversos países, como França e Itália.

9. A Poli forma os oficiais da Marinha em Engenharia

Há mais de 60 anos a Poli-USP tem uma parceria com a instituição militar e, por isso, o seu corpo de engenheiros é formado na Escola.

Assista aqui ao vídeo comemorativo dos 60 anos da parceria, celebrados em 2016.

10. O primeiro computador brasileiro foi construído na Poli

O Patinho Feio, primeiro computador brasileiro, foi construído na Poli e inaugurado em 1972, com a presença de autoridades da época. Essa história é relatada no vídeo.

Há inúmeras informações muito interessantes sobre a Poli que poderíamos elencar, mas esperamos que este seja uma boa maneira de iniciar sua vida acadêmica. Aproveite tudo que a Escola oferece e seja bem-vindo!

 

Diretor da Poli fala aos calouros de 2018

Ingressantes de uma das mais tradicionais escolas de Engenharia do país possuem um dever para com a sociedade, segundo Piqueira

José Roberto Castilho Piqueira, atual diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) conversou com os calouros de 2018 da Escola em vídeo publicado no Youtube.

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Além de parabenizar a conquista dos estudantes por terem passado no vestibular, Piqueira fez uma resumida explicação da estrutura da Escola e das oportunidades que são oferecidas a quem nela cursa a graduação.

O diretor, porém, não deixou de ressaltar a dedicação e o compromisso que serão demandados aos alunos daqui para frente. “Engenharia é uma área em em que o nível de abstração, estudo e conhecimento necessários para exercê-la bem é bastante alto, e por isso você terá que estudar bastante”, finalizou.

Veja o vídeo completo https://www.youtube.com/watch?v=XfmzDLR2f9g

Acesse aqui o Especial Calouros Poli-USP 2018.

 

Calouros 2018: Reportagens apresentam a Poli-USP aos novos alunos

Confira abaixo as matérias produzidas para ajudar os ingressantes a conhecer a Escola Politécnica e a Universidade de São Paulo.

Diretor da Poli fala aos calouros

O Diretor da Escola Politécnica da USP, professor José Roberto Castilho Piqueira, apresenta a instituição aos alunos. 

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10 curiosidades sobre a Poli que todo calouro deve saber

Uma das escolas de engenharia mais antigas do País, a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo é uma das mais tradicionais instituições de ensino brasileiras, reunindo o prestígio de ter formado engenheiros que participaram de diversos momentos importantes da história do Brasil, à responsabilidade de sua missão: contribuir com o desenvolvimento tecnológico da sociedade que a mantém.

“Poli prepara para a vida”, afirmam empreendedores politécnicos

Ex-alunos fundadores de startups de sucesso destacam capacidade analítica, rigor, resiliência e multidisciplinaridade como atributos dos egressos da escola, imprescindíveis a quem quer empreender. 

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Manual do Calouro da USP 2018

A USP lança um material informativo completo que atende a todos os seus novos estudantes. O material de boas-vindas apresenta a campanha de recepção aos calouros, criada pelos veteranos, que em 2018, tem como tema “Veterano, violência não se conjuga”.

Ao longo do período entre a matrícula e a Semana de Recepção aos Calouros, as aulas regulares são substituídas por atividades como gincanas, oficinas, palestras, campanhas educativas e ações sociais. Você pode ter acesso à campanha completa aqui.

Veja como participar do Trote Solidário da Poli este ano

A Poli Social, entidade estudantil da Poli, levará aproximadamente 100 ingressantes para trabalhar como voluntários na quarta edição do Trote Solidário, ação que promove a reforma de uma escola pública da cidade de São Paulo. A ação será realizada no sábado, dia 3 de março, na Escola Marechal Deodoro da Fonseca, localizada no Butantã. 

Quer ficar por dentro das divulgações oficiais da Poli? Mantenha seu e-mail USP habilitado em seu smartphone e o acesse com regularidade. Curta também a página da Poli no Facebook e nos siga no Twitter e Instagram.

Última atualização em Sex, 02 de Fevereiro de 2018 11:15
 

Começa nesta segunda-feira (5/fev) a matrícula na Poli-USP dos aprovados pelo Sisu em 2018

 É o segundo ano em que o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi utilizado como forma de ingresso na Escola. Saiba quais documentos são necessários para efetuar a matrícula

Os alunos aprovados na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) terão os dias 5, 6 e 7 de fevereiro para realizar as matrículas presenciais. O processo ocorrerá no Auditório Professor Francisco Romeu Landi, prédio da Administração da Poli, no campus Butantã da USP, em São Paulo, entre 8h30 e 16h30. A Escola ofereceu, assim como no ano passado, 87 vagas pelo Sisu, garantidas pelos alunos por meio da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Para efetivar a matrícula, os calouros devem apresentar os documentos solicitados no Edital da USP/Sisu, que foi divulgado pela Pró-Reitoria de Graduação da Universidade: certificado de conclusão de curso do ensino médio, histórico escolar, documento de identidade oficial e uma fotografia 3x4 datada com menos de um ano, todos em suas vias originais e com cópias. Após a apresentação desses documentos, a confirmação de ingresso do estudante é feita por meio do preenchimento e assinatura de alguns formulários.

Cada calouro receberá um Bilhete USP provisório – cartão que permite locomoção gratuita nos ônibus que circulam na Cidade Universitária, e que será substituído por um definitivo após o início das aulas.

Vagas oferecidas - Atualmente, são oferecidas 870 vagas nos cursos de graduação em Engenharia pela Poli, distribuídas entre 17 habilitações, como Civil ou Mecânica. Deste total, 87 vagas (10%) foram reservadas aos vestibulandos que prestaram o Enem, exame aplicado em todos os estados do país, diferentemente da Fuvest, prova aplicada apenas em São Paulo. Com a nota do Enem, divulgada no início de janeiro, o aluno se candidata às vagas reservadas pela USP ao Sisu.

Leia mais sobre as vagas oferecidas pela Poli-USP e o ingresso em 2018.

Experiência anterior - Ano passado foi a primeira vez em que a Poli destinou parte de suas vagas aos que prestaram o Enem. Das 87 oferecidas, 35 foram garantidas por estudantes vindos de diversas localidades. As vagas remanescentes voltaram para o Sistema, que as redistribuiu àqueles com as maiores pontuações na lista de espera. Após isso, uma segunda chamada foi realizada, seguida por outro período de matrícula dos novos aprovados. Esse processo se repetiu até que todas as chamadas fossem realizadas. Se mesmo assim restassem algumas, elas passariam para o sistema da Fuvest e seriam disputadas por quem prestou a prova da USP. O processo em 2018 é idêntico a este.

Em 2017, houve ingressantes dos estados do Amazonas, Distrito Federal, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás e Paraná. 

Confira os depoimentos dos ingressantes na cobertura de 2017.

Última atualização em Sex, 02 de Fevereiro de 2018 10:27
 


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