Escola Politécnica da USP

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NAP.Mineração apresenta soluções de sustentabilidade e inovação em congresso da área

Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da USP participou da Exposibram 2017

Soluções que prezam pela sustentabilidade, competitividade e inovação foram apresentadas pelo Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da USP (NAP.Mineração) e pelo EMBRAPII Tecnogreen/USP na 17ª Exposição Internacional de Mineração (EXPOSIBRAM) e no Congresso Brasileiro de Mineração, realizado de 18 a 21 de setembro, em Belo Horizonte (MG). Os pesquisadores do NAP.Mineração afirmam que essas três linhas estão totalmente alinhadas às demandas apresentadas no Congresso, e constataram grande interesse dos visitantes do estande na abordagem do grupo.

Alexandre Passos, geólogo e pesquisador do Núcleo, conta que, durante o evento, foram realizadas reuniões com empresas e instituições que podem auxiliar no fomento a transformação da mineração em uma atividade sustentável, tais como o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG) e a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG). “A Unidade EMBRAPII Tecnogreen/USP, juntamente com instituições de fomento e empresas ligadas ao setor de mineração, podem trazer para esse processo linhas de financiamento à inovação que podem contribuir fortemente para a mudança do perfil da mineração no Brasil”, ressalta.

O NAP.Mineração é sediado na Escola Politécnica da USP e tem por objetivo transformar áreas de garimpo e lavra artesanal em pequenas operações de mineração responsável, com uma abordagem inovadora de gestão integrada das atividades de exploração mineral, lavra de minas, tratamento de minérios, governança e sustentabilidade no contexto da pequena mineração.

O chefe do departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo, professor Giorgio de Tomi, explica que o Núcleo faz parte da Unidade EMBRAPII Tecnogreen/USP, que juntamente com instituições de fomento e as empresas ligadas ao setor de mineração, trará contribuições essenciais para a mudança do perfil da mineração no Brasil. "Durante o evento foram realizadas reuniões com empresas e instituições que podem auxiliar no fomento a transformação da mineração em uma atividade sustentável, tanto a nível estadual como a nível federal. Como resultado direto da participação do NAP.Mineração neste evento, foram encaminhadas novas oportunidades de formalização de convênios de pesquisa e de colaboração técnico-científica com mais de 30 empresas do setor", complementa Tomi.

 

Teoria da Complexidade promove integração entre os diversos campos da Engenharia

Em palestra no IEA-USP, o diretor da Poli-USP , professor José Roberto Castilho Piqueira, falou sobre a transposição da teoria do filósofo Edgard Morin para a atividade do engenheiro.

No século XIX, o Positivismo promoveu uma compartimentalização do conhecimento científico e a Engenharia não escapou desse processo. Agora, ela está se reorganizando para dar conta dos desafios do século XXI, em um mundo complexo que exige cada vez mais o diálogo entre as diversas áreas do conhecimento, e que vive no contexto das mudanças climáticas globais. Nesse sentido, a Teoria da Complexidade desenvolvida pelo antropólogo, sociólogo e filósofo francês Edgard Morin pode trazer grandes contribuições.

Interpretar a teoria de Morin, inserido-a no escopo do ensino e da prática da Engenharia, foi o tema da palestra apresentada na última sexta-feira (22/09) pelo diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), professor José Roberto Castilho Piqueira, no Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP), em São Paulo.

A Poli está formatando, junto com Groupe des Écoles Centrales da França, um curso de Engenharia da Complexidade, que será sediado no campus da USP em Santos, litoral de São Paulo. Segundo Piqueira, professor do Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle (PTC) da Poli-USP, a Teoria da Complexidade aplicada à Engenharia implica em uma grande mudança metodológica. “Hoje, o complexo pode ser definido pelos engenheiros como algo complicado, difícil de tratar, fazer, entender. Mas um sistema complexo é muito mais do que isso”, afirmou. Trazendo os conceitos filosóficos de Morin para a Engenharia, Piqueira ressalta que um sistema complexo é definido por meio de quatro propriedades esseciais.

A primeira é de que todo sistema complexo é aberto, não pode ser visto como um objeto isolado em si mesmo, mas sim como algo que interage com seu entorno – e cujas interações devem ser sempre observadas. A segunda propriedade é a da emergência, ou seja, o comportamento ou característica do todo não é resultado de uma simples soma ou superposição das partes. A terceira é a aleatoriedade, ou seja, não há comportamentos lineares. A quarta é a incompletude: nenhum sistema lógico é completo.

A velha e a nova Engenharia – Ao falar do projeto de construção de uma ponte ou avenida, ele dá um exemplo prático sobre como projeta a Engenharia ‘tradicional’, que encara os projetos como sistemas estanques e não conectados, e como ela o faria observando a Teoria da Complexidade. Hoje, o trabalho é dividido em partes: quem projeta a ponte não vai cuidar da operação de construção e estes profissionais não vão acompanhar o comportamento da mesma quando esta estiver aberta para o uso da população.

A ‘nova Engenharia’, de acordo com os princípios da complexidade, demanda outros elementos que não apenas projetar as colunas, calcular a força do vento, definir quais e a quantidade de materiais necessários etc. As várias etapas do projeto de uma ponte precisam estar conectadas, o que demanda uma formação de profissionais capazes de atuar em equipe e de forma multidisciplinar.

É preciso saber os impactos econômicos, sociais, ambientais e financeiros – algo que é cada vez mais imposto pelas questões da sustentabilidade. “Devemos considerar quantas pessoas serão removidas do local onde a ponte vai ser instalada, para onde essas pessoas podem ser realocadas, qual o impacto de geração de poluição na região por conta do aumento do tráfego, se esses elementos tornam o projeto tão custoso que é melhor abandoná-lo”, enumerou. Também é preciso considerar o pós-construção, ou seja, a manutenção preventiva e corretiva, se necessária, e a ‘desengenharia’, ou seja, a possibilidade de um dia aquela obra precisar ser removida ou destruída.

Segundo Piqueira, o que possibilita a execução de projetos utilizando-se da complexidade são as novas ferramentas trazidas pela Teoria da Informação e a Ciência da Computação – especialmente pela Big Data, que permite o armazenamento e tratamento de forma mais integrada de um grande volume de dados, em tempo real, e o desenvolvimento de simulações cada vez mais completas.

Uma forma de trazer a Complexidade para a prática da sala de aula, na visão do docente, é promover cada vez mais os trabalhos em grupo, executando projetos que impliquem a presença de pessoas de várias formações – da Engenharia, Economia, Medicina. Na Poli-USP duas iniciativas nesse campo são o InovaLab e o OCEAN, sediados no Departamento de Engenharia de Produção (PRO), onde alunos da Poli trabalham em parceria com docentes e alunos de outras áreas para desenvolver projetos inovadores e atuar de forma empreendedora.

Para Piqueira, a maior dificuldade em implementar o pensamento complexo nas práticas didáticas e profissionais – ou seja, na academia e no setor empresarial – está nas pessoas. “É preciso que elas saiam da sua zona de conforto. Quando propomos a Complexidade, a primeira pergunta do professor é o que vai ocorrer com sua carga didática, com a disciplina que ele ministra”, afirmou. 

 

Compatibilidade eletromagnética é tema de conferência internacional na Poli-USP

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) receberá, de 8 a 10 de novembro de 2017, a 3ª edição da conferência internacional sobre compatibilidade eletromagnética, denominada GEMCCON 2017 - Global Electromagnetic Compatibility Conference.

Após as edições realizadas na Austrália e Argentina, a GEMCCON estabeleceu-se como um fórum importante de discussões em Compatibilidade Eletromagnética (CEM), e abordará diversos tópicos, incluindo novas tendências e tecnologias da área.

Como explica o professor da Poli-USP e do IPEN/CNEN-SP, Carlos Sartori, um dos organizadores do evento, com o crescente uso de equipamentos eletroeletrônicos, o problema de interferências eletromagnéticas se acentua. “O controle dessas interferências torna-se importante, por isso a certificação de sistemas e equipamentos passa a ser exigida, dentro de um padrão de normas, para que os níveis de emissões de sinais conduzidos e de campos eletromagnéticos sejam controlados, minimizando as interferências e, até mesmo, eventuais efeitos biológicos no ser humano”, ressalta o docente.

Este evento é apoiado pela IEEE EMC Society e pelo IPEN/CNEN-SP, e contará com a presença de grandes nomes da área de compatibilidade, profissionais que são referência mundial de diversas empresas e instituições internacionais.

As informações gerais e o programa preliminar do evento podem ser encontradas, respectivamente, nos links http://gemccon2017.emcss.org/ e http://gemccon2017.emcss.org/program 

 

Professor da Poli-USP lança livro sobre tratamento de água de abastecimento

O docente Sidney Seckler Ferreira Filho, do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), acaba de lançar o livro “Tratamento de águas: Concepção, Projeto e Operação de Estações de Tratamento”, pela Editora Elsevier. A obra pretende ser um guia prático a profissionais que elaboram projetos de estações de tratamento de águas de abastecimento. O lançamento será realizado no dia 4 de outubro, quarta-feira, às 17h, no Congresso ABES/FENASAN 2017, que será realizado no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, São Paulo - SP.

Outras informações sobre o livro e uma amostra podem ser acessadas no site https://www.sidneyseckler.com/livro.

Sobre o autor - Sidney Seckler Ferreira Filho é Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da USP (1988), Mestre (1993) e Doutor (1996) em Engenharia Hidráulica e Sanitária pela mesma Escola, na qual é professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental. Exerce atividades de docência e pesquisa desde 1989, e atividades profissionais na área de Saneamento, envolvendo inúmeros estudos de concepção, projeto, dimensionamento e operação de estações de tratamento de águas de abastecimento para companhias de saneamento públicas e privadas no Brasil e América Latina.

 

 

Prorrogadas as inscrições para eleição de Chefia do Departamento de Engenharia Mecatrônica (PMR)

A inscrição de chapas para a eleição da Chefia o Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Escola Politécnica da USP da Universidade de São Paulo (USP) será estendida até 04.10.2017. As instruções da Portaria 2201/2017, artigo 4º, determinam que "não havendo pelo menos duas chapas inscritas, haverá um novo prazo de dez dias para inscrição". Até o momento, apenas uma Chapa foi inscrita e é composta pelos professores Emílio Carlos Nelli Silva, como chefe de departamento, e o professor Lucas Antonio Moscato, como suplente.

 

Mestrado e doutorado em Engenharia de Petróleo em Santos são tema de evento

Alunos e professores da Poli-USP apresentarão programa oferecido em Santos desde 2016 em evento nesta quinta, dia 28

O campus de Santos da USP receberá, na quinta-feira, dia 28 de setembro, a partir das 14h, um evento voltado à divulgação do programa de pós-graduação em Engenharia de Petróleo, que desde 2016 é oferecido na cidade. O PetroMasters é aberto aos interessados em cursar mestrado e doutorado, e contará com a palestras informativas sobre o processo seletivo, chances de bolsa, linhas de pesquisa, além de novas propostas de mestrado e doutorado interdisciplinares, voltados principalmente para as demandas de infraestrutura e pesquisa de Santos e região. O evento será realizado no prédio do Cesário Bastos, onde desde 2012 é oferecido o curso de graduação em Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica da USP.

Sobre o evento – O objetivo do Petromasters é apresentar aos estudantes as oportunidades e vantagens da carreira acadêmica, e para isso haverá uma palestra com um professor do programa, Ronaldo Carrion, seguido de um bate-papo com os alunos da pós, que irão apresentar seus projetos em andamento na área de óleo e gás. As inscrições são gratuitas e obrigatórias, e devem ser realizadas no link . Outras informações sobre o evento no link https://www.facebook.com/events/279548672562475/

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mineral da Poli-USP foi criado em 1970, e abrange áreas de pesquisa em: Caracterização tecnológica; Engenharia ambiental, higiene e segurança aplicadas à mineração; Lavra de minas; Pesquisa e economia mineral; Tratamento de minérios e resíduos industriais; e Petróleo e gás. Trata-se, até o momento, do único curso de pós-graduação em Engenharia de Petróleo oferecido em Santos, em nível de stricto sensu, ou seja, com cursos de mestrado e doutorado acadêmicos.

A linha de pesquisa do curso de pós-graduação da Poli Santos, de petróleo e gás, tem como objetivo desenvolver pesquisas relacionadas à exploração e produção de petróleo e gás natural, cobrindo tópicos desde a caracterização e engenharia de reservatórios, construção de poços, até áreas de pesquisas transversais. Outras informações sobre o programa no link http://www.pmi.poli.usp.br/?page_id=252.

Serviço

PetroMasters

Data e horário: quinta-feira, dia 28 de setembro de 2017, das 14h às 17h.

Local: Poli Santos

Endereço: Praça Cel. Narciso Andrade, s/nº.

(Av. Ana Costa com a Av. Rangel Pestana, ao lado da CET)

Vila Matias – Santos/SP – CEP 11013-560

Inscrições obrigatórias no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfw5gvexWknSBlh43-GOWXjsMAculgwptAT6zP4wQ3Cgtv-6Q/viewform?usp=sf_link

 

Evento da Poli Júnior busca fomentar o empreendedorismo universitário

Empresa Júnior da Escola oferece informações voltadas às iniciativas de estudantes da graduação 

A Poli Jr, empresa júnior de Engenharia da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), promove o evento “Ser Empreendedor” durante os dias 2 a 6 de outubro nas dependências da Escola. A semana contará com oficinas, palestras e painéis de importantes nomes da área para incentivar e estimular a criatividade dos presentes. As inscrições e compra de ingressos poderão ser feitas pelo site a partir de sexta-feira (22/09). Na semana de 25 a 29 de setembro será possível adquirir os convites físicos no prédio do Biênio.

Com o objetivo de desenvolver o empreendedorismo no meio universitário, todas as atividades foram pensadas para ensinar aos participantes as técnicas necessárias que envolvem abrir a própria empresa e inovar e se reinventar dentro de uma grande corporação.

Além disso, o evento conta com o Desafio Ponto de Partida, uma competição de modelo de negócios realizado em parceria com as Ligas Empreendedoras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Getúlio Vargas, Universidade de Campinas e Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Ela acontecerá nos dias 21 e 22 de outubro, e os competidores poderão concorrer a bolsas de estudo para o Vale do Silício. As inscrições para  a competição devem ser feitas aqui.

Veja a programação - A abertura da semana será feita por André Street, fundador da Arpex. Ele dará dicas para quem pretende abrir o próprio negócio na palestra intitulada “De onde vêm as boas ideias?”.

Na quarta-feira, Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy, ensinará uma técnica de Growth Hacking para alavancar a carreira.

A semana contará ainda com uma oficina de Design Thinking oferecida pela Fjord (Consultoria de Inovação da Accenture), um painel de intraempreendedorismo com grandes empresas (Raizen, Suzano e Itaú) e uma simulação de processo seletivo promovida pela Sky, além de outras atividades.

Para saber mais, acesse https://www.facebook.com/serempreendedorpj/.

 


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