Escola Politécnica da USP

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Spinoff da Poli-USP conquista Prêmio Antaq

Argonáutica, que nasceu das atividades de pesquisa do Tanque Numérico de Provas, desenvolveu produto hoje usado pelos portos de Santos e do RJ

A Argonáutica Engenharia e Pesquisas, uma spinoff do Tanque Numérico de Provas (TPN), laboratório sediado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), acaba de conquistar o Prêmio Antaq 2017 de Sustentabilidade Aquaviária na categoria Iniciativas Inovadoras. Trata-se de um importante reconhecimento para empresas e demais atores que atuam no sistema nacional marítimo e portuário, concedido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), vinculada ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

A cerimônia de entrega do troféu e do certificado para os vencedores foi realizada dia 9 de novembro, em Brasília (DF). “O reconhecimento expressado pela Antaq, por meio deste prêmio, demonstra a relevância do ReDRAFT como solução inovadora para vencer dificuldades logísticas do País”, destaca Rafael Watai, um dos diretores da Argonáutica, que fundou a empresa junto com Felipe Ruggeri, Guilherme Rosetti e Rodrigo Lavieri. Todos são graduados e doutores em Engenharia pela Poli-USP, e criaram a empresa a partir de atividades de pesquisa que desenvolveram no TPN, coordenado pelo professor Kazuo Nishimoto, e no Centro de Simulação de Manobras Portuárias do TPN-USP, coordenado pelo professor Eduardo Aoun Tannuri.

O ReDRAFT, um sistema de calado dinâmico, é o nome comercial da inovação desenvolvida pelos empreendedores. Ele determina o calado máximo seguro dos navios que acessam os portos, considerando as condições ambientais presentes e futuras, seguindo as principais regulamentações técnicas nacionais e internacionais.

O sistema oferece ao prático, momentos antes da manobra, informações sobre os pontos críticos em termos de profundidade ao longo do canal do Porto. Com base nessas informações, o ReDRAFT calcula qual será a menor distância abaixo da quilha durante a manobra do navio, permitindo que se avalie o risco de toque no fundo.

“É um sistema que garante eficiência, pois possibilita aumentar a quantidade de carga transportada nos navios em condições favoráveis e limita o carregamento do navio em condições severas, garantindo a segurança da navegação”, explica Watai. O sistema já está em funcionamento no Porto de Santos desde 2015 e no Porto do Rio de Janeiro, desde o início deste ano. “Nossa expectativa é a expansão para outros portos brasileiros até que se torne um padrão de segurança e eficiência na navegação portuária. Adicionalmente, os dados ambientais coletados formarão uma rede de monitoramento da costa brasileira, permitindo uma melhor compreensão das mudanças climáticas nas cidades costeiras e a realização de um planejamento portuário mais eficiente.”, acrescentou.

Segundo Watai, a parceria com a universidade foi e continua sendo fundamental para a Argonáutica. “O curso de Engenharia Naval e, em especial, o laboratório TPN-USP, foram muito importantes por oferecer um ecossistema que concentra produção de conhecimento científico e tecnológico e um canal de contato com o mercado, o que possibilitou a identificação das demandas reais do setor”, aponta.

Em 2016, os executivos da Argonáutica passaram pelo treinamento i-CORPs, oferecido pela Diretoria da Poli-USP para docentes, alunos e ex-alunos de pós-graduação da Poli-USP que tenham se associado para criar uma startup. A metodologia i-CORPs possibilita que os empreendedores saibam de antemão se a ideia de seu negócio é viável ou não. Com o treinamento, a Argonáutica conseguiu validar sua ideia de negócio e já está se organizando para internacionalizar suas atividades.

 

Diretoria defere pedido de inscrições para Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes

Deferimento de inscrições – Eleições discentes PPGET

Em nome da Senhora Vice-Diretora, Profa. Dra. Liedi Lédi Bariani Bernucci, informamos o deferimento dos pedidos de inscrições:

Portaria 2234/2017 – Representação discente junto à Comissão de Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes – PPGET:

Inscrições individuais deferidas:

  • André Kazuo Kuchiishi;
  • Andréia Posser Cargnin.

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

 

Resultado das eleições para representação discente na graduação em Engenharia Mecânica

Eleições Discentes do Departamento de Engenharia Mecânica da EPUSP:

Informamos o resultado das eleições para representação discente junto ao Conselho de Departamento e à Comissão de Coordenação de Curso do Departamento de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, conforme a portaria nº 2223 de 03/10/2017:

Chapas eleitas para o Conselho de Departamento - PME:

  • Sabrina Dotta Noschang (Titular) e Vitoria Garcia Bittar (Suplente)
  • Emerson Shin Takiguti Uehara (Titular) e Thiago Vilas Boas Paiva (Suplente)

Chapa eleita para a Comissão Coordenadora de Curso – CoC PME: 

  • Sabrina Dotta Noschang (Titular) e Vitoria Garcia Bittar (Suplente)

Os mandatos somente terão início após a validação do processo eleitoral pela Procuradoria Geral da USP.

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

 
 

Abertas inscrições para eleições discentes na graduação em Eng. Naval e Pós em Eng. de Produção

Eleições Discentes junto ao Conselho de Departamento e CoC do curso de Engenharia Naval e à Comissão de Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP)

Conforme o estabelecido na portaria DIR 2248, publicada no D.O.E. de 13.11.2017, informamos que estão abertas as inscrições da eleição para escolha dos representantes discentes de graduação junto ao Conselho de Departamento e CoC do curso de Engenharia Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

A eleição será realizada no dia 13 de dezembro de 2017 por meio de sistema de votação eletrônica.

Conforme o estabelecido na portaria DIR 2249, publicada no D.O.E. de 13.11.2017, informamos que estão abertas as inscrições da eleição para escolha dos representantes discentes de pós-graduação junto à Comissão de Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

A eleição será realizada no dia 13 de dezembro de 2017 por meio de sistema de votação eletrônica.

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

 

Evento da Poli-USP busca apontar as ações mais eficazes para a revitalização de rios urbanos

O Simpósio conta com palestras, apresentações de trabalhos acadêmicos sobre o tema, oficina de discussão e visita técnica.

 

Evitar o acúmulo de resíduos urbanos nos rios ao diminuir a quantidade de lixo nas ruas, ocupar as margens dos mesmos com instalações que podem ser inundadas (como piscinões, parques e quadras poliesportivas) e desenvolver projetos paisagísticos para eles são algumas das soluções utilizadas hoje em diferentes cidades ao redor do mundo e que serão discutidas durante o II Simpósio de Revitalização de Rios Urbanos, realizado na Escola Politécnica de São Paulo (Poli-USP) entre os dias 23 e 27 de outubro. As inscrições  são gratuitas para a comunidade USP e variam de preço para externos.

O evento é coordenado pelos docentes José Rodolfo Scarati Martins e Monica Ferreira do Amaral Porto, ambos do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental (PHA). Porto explica que a importância da discussão do assunto se deve, sobretudo, pelo fato de que a recuperação de um rio poluído ir muito além do tratamento do esgoto despejado em seu corpo. “Para requalificar um rio, é necessário também um grande esforço para que esses corpos hídricos reintegrem a paisagem urbana”, ressalta.

Esforço esse que, para ela, exige a mobilização de diferentes setores. “Obrigatoriamente é uma dedicação coletiva. Precisamos de um boa parceria entre a entidade que é responsável pela coleta e tratamento de esgoto, as prefeituras municipais e a população”.

Atualmente, as cidades influenciam na contaminação dos rios de diversas maneiras. Além do despejo de esgotos não tratados, os corpos hídricos podem sofrer com a chamada carga difusa, que consiste no acúmulo de resíduos tipicamente urbanos – como partículas de asfalto, óleo, gasolina, bitucas de cigarro e embalagens de todo tipo. Por ser o ponto mais baixo da topografia da bacia, o rio acaba servindo como um acumulador de lixo, que é trazido pela água da chuva.

Outro problema apontado por Porto diz respeito à ocupação urbana não respeitar as margens dos rios. “Nosso padrão usual de ocupação das cidades é ir até a beirada da margem com avenidas e casas”. Os corpos hídricos costumam ter dois volumes de leito durante o ano: o leito menor, que corresponde à vazão que ocupam durante o tempo seco, e o leito maior, resultado das sublimações naturais em épocas mais chuvosas. O que acontece, explica Porto, é que as construções geralmente são feitas tendo em vista o leito menor. “Por isso, quando vem a cheia, nos queixamos que a cidade sofre com inundações”. Parte do processo de requalificação seria, então, dar mais espaço aos rios.

Com o intuito de resolver o problema, Porto ainda exemplifica a iniciativa da Prefeitura da cidade de São Paulo, em uma parceira com a Sabesp. O projeto “Córrego Limpo” consiste na tentativa de revitalizar os rios da cidade que abrange atualmente 150 córregos do município. Para trazer os mesmo de volta à paisagem urbana, a prefeitura cuida da recomposição das margens e dos serviços de zeladoria, enquanto a Sabesp garante que nenhum tipo de esgoto não tratado chegue até esses locais.

Destaques do evento – O Simpósio foi pensado para a comunidade acadêmica em geral, instituições nacionais e estrangeiras e representantes de diversas áreas relacionadas ao planejamento e gestão de recursos hídricos. Os três primeiros dias serão de oficinas de projetos, enquanto os dois últimos contarão com palestras e apresentação de trabalhos acadêmicos, inscritos no mês de setembro. Haverá também uma visita técnica a uma bacia hidrográfica a ser definida. Nas oficinas, serão selecionados 15 participantes com formações diversas a fim de promover um debate interdisciplinar sobre as alternativas para a revitalização de uma bacia hidrográfica.

Os participantes poderão ainda entender mais sobre os resultados do projeto piloto capitaneado pela entidade “Águas Claras de Pinheiros”, e feito em uma parceria com a Poli, que atuaram na requalificação do Rio Jaguaré, próximo da Escola. A partir dos resultados obtidos com o projeto, os presentes poderão identificar quais as ações foram mais eficazes para o Jaguaré. “Será uma discussão, com base naquilo que foi experiência do projeto Jaguaré, sobre quais são as soluções que melhor se encaixam para as cidades brasileiras”, conta Porto.

 

 

Limpeza de poluição usando luz é uma das atrações da Poli-USP na Semana Nacional de C&T

Participantes poderão visitar ainda os simuladores de voo e marítimo, a Caverna Digital, o Laboratório de Pavimentação e ver demonstrações de robótica.

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo preparou uma série de atividades que serão desenvolvidas ao longo da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que começa nesta segunda-feira (23) em todo o País. A iniciativa é do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC). A entrada é gratuita. Algumas das atrações já são tradicionais, como a visita aos simuladores de voo e marítimo e à Caverna Digital, mas nesta edição a Poli traz novidades.

Uma delas é a demostração do grupo de pesquisa AdOX – Reserach in Advanced Oxidation Process, sediado no Departamento de Engenharia Química, que vai mostrar em laboratório, nesta quarta-feira, 25 de outubro, entre 14h e 17h, alguns processos que usam ultra-violeta e luz solar para remover antibióticos, pesticidas e outros contaminantes de elevado risco ambiental da água.

Outra atração que passou a integrar a programação deste ano é a visita monitorada ao Laboratório de Tecnologia de Pavimentação. Quem quiser entender os materiais e tecnologias usados para o asfaltamento de ruas, avenidas e rodovias não pode deixar de conhecer o laboratório e interagir com a equipe de pesquisadores. São mais de 30 anos de pesquisas acumulados pelos seus profissionais, que estarão recebendo o público nesta segunda-feira, dia 23 de outubro, das 9h às 16h.

Como ocorreu em anos anteriores, estão programadas visitas a dois simuladores para pesquisas na área da aviação e marítima. O simulador de navios, usado para avaliar a segurança das operações em alto mar e portuárias, representa com fidelidade o comportamento de navios em ambiente marítimo, e estará recebendo os visitantes na sexta-feira, 27 de outubro, das 16h às 19h. Já o simulador de voo do Centro de Engenharia de Conforto da Poli vai abrir suas portas na terça-feira, 24 de outubro, e na quinta-feira, 26 de outubro, das 10h às 13h.

A Engenharia Mecatrônica também estará presente, com pesquisadores e professores fazendo a demonstração do funcionamento de robôs industriais nos dias 26 e 27 de outubro, quinta e sexta-feira, das 17h às 19h.

A Caverna Digital, outro local de passagem obrigatória para quem visita a Poli, estará aberta na sexta-feira e sábado, dias 27 e 28 de outubro, das 9h às 19h. Lá os participantes poderão ver duas instalações de realidade virtual, a arqueologia digital e manutenção de rede elétrica.

Confira os dias, horários e requisitos para a visita das atrações da Poli no site da USP que traz mais detalhes do evento - http://usp.br/semanact/2017/tag/escola-politecnica/?platform=hootsuite

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ATENDIMENTO À IMPRENSA

Acadêmica Agência de Comunicação

Janaína Simões

(11) 5549-1863

 

Brasil se mobiliza para formar cadeia produtiva de terras raras

Evento da Poli-USP reunirá os players deste mercado para discutir a exploração, o processamento e a aplicação desses minérios.

 Apesar de o Brasil deter 17% das reservas mundiais de terras raras do mundo, perdendo apenas para a China, que possui 44%, o País não se destaca na produção desses minerais. Os chineses lideram esse mercado, com 85% da produção de óxidos de terras raras. O desafio de estruturar a cadeia produtiva no Brasil para explorar as reservas nacionais é tema do IV Seminário Brasileiro de Terras Raras, que será realizado nos dias 17 e 18 de outubro pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

Os dados sobre reservas e produção são da última edição do Sumário Mineral Brasileiro, produzido em 2015 pelo Departamento Nacional de Produção Mineral do Ministério de Minas e Energia (DNPM-MME). “Hoje participamos desse mercado como consumidores, mas agora estamos próximos de atuarmos como produtores, inicialmente no mercado interno”, aponta Fernando Landgraf, professor da Poli-USP e diretor do IPT, um dos principais pesquisadores brasileiros no tema.

Segundo Landgraf, o Brasil não explorou suas reservas até agora porque não conseguiu estruturar uma cadeia de produção completa, ‘da mina ao imã’. “Temos a competição da China, que, no momento, detém o monopólio desse mercado e controla os preços internacionais”, diz. O seminário pretende estreitar as relações de cooperação entre as instituições e as empresas para enfrentar esse desafio.

Terras raras compõem um grupo de 17 elementos químicos da série dos Lantanídeos, começando por lantânio (La) e terminando por lutécio (Lu), acrescidos do escândio (Sc) e do ítrio (Y), que apresentam comportamentos químicos similares. Estão presentes em mais de 250 espécies minerais conhecidas, mas somente em algumas delas ocorrem em concentração suficiente para justificar sua exploração.

Eles são utilizados na fabricação de imãs para motores miniaturizados e superimãs para turbinas para energia eólica, composição e polimentos de vidros e lentes especiais, catalisadores de automóveis, refino de petróleo, telas planas de televisores e monitores de computadores, ressonância magnética nuclear, cristais geradores de laser, e armas de precisão, entre outros. Embora haja muita pesquisa de novos materiais, não há substitutos eficientes para os diversos usos de terras raras.

Mobilização – Entre os destaques do seminário estão os relatos de empresas que já têm projetos de exploração de minas no Brasil, como CBMM, Mineração Serra Verde, Mineração Taboca e CMOC International. A CBMM, por exemplo, detém a mina com maior potencial para fornecer terras raras para o mercado local e internacional no curto prazo, pois já tem capacidade para produzir três mil toneladas anuais de concentrado.

Outras três companhias vão tratar da aplicação desses minérios: Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC) e a Brats – empresa especializada na produção de pós metálicos por atomização a água e conformação de pós metálicos voltados para produtos porosos.

O seminário mostrará ainda as experiências de articulação entre os setores empresarial, acadêmico e governamental com foco na produção de terras raras no Brasil. Uma grande iniciativa nesse campo é o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) PATRIA – Processamento e Aplicações de Ímãs de Terras Raras para Indústria de Alta Tecnologia. Também está sendo constituído o Projeto Regina, que vai unir sete instituições alemãs e sete brasileiras para promover projetos de pesquisa que desenvolvam os vários aspectos da tecnologia em terras raras.

Já as estratégias de mercado em terras raras e de seus produtos serão apresentadas por pesquisadores de universidades federais como a Fluminense (UFF). Representantes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), ABDI, CNPq e Fundação Certi, de Santa Catarina, vão discutir as oportunidades em relação a integração da cadeia produtiva.

Avanços tecnológicos – Também será possível conhecer projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tocados por entidades como o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN), a Poli-USP, o IPT, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Instituto Nacional de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen).

O IPT, por exemplo, com apoio da Embrapii, CBMM, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está desenvolvendo tecnologia para transformar o óxido de neodímio em metal neodímio. “É uma etapa na fabricação desse metal, de fundamental importância para a produção de superimã, utilizado, por exemplo, nas turbinas eólicas”, conta Landgraf.

A USP também tem um projeto em que estuda o controle de solidificação da liga de neodímio-ferro-boro, importante para viabilizar economicamente a produção de imãs. A UFSC e o IPT estão colaborando em um projeto de pesquisa sobre proteção contra corrosão.

Serviço: O IV Seminário Brasileiro de Terras Raras será realizado nos dias 17 e 18 de outubro, das 8h às 17h, no auditório Francisco Romeu Landi do prédio da Administração da Poli-USP (Av. Professor Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380 – Cidade Universitária – Butantã – São Paulo). Confira a programação neste link: http://www.ipt.br/eventos/194-iv_seminario_brasileiro_de_terras_raras.htm

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ATENDIMENTO À IMPRENSA:

Acadêmica Agência de Comunicação

Janaína Simões – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Ângela Trabbold – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Tel. (11) 5549-1863

 


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