Escola Politécnica da USP

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Embaixadora dos EUA visita a Escola Politécnica

Ela conheceu os projetos que vem sendo desenvolvidos pelo
Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas da USP.

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A embaixadora dos Estados Unidos Liliana Ayalde visitou na última sexta-feira (16/10) a Escola Politécnica da USP, em São Paulo, para conhecer alguns projetos de pesquisa que vem sendo desenvolvidos pela instituição. Ela foi recebida pelo coordenador do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas (CITI), Marcelo Zuffo, acompanhado da vice-diretora da Escola, Liedi Bernucci; do vice-reitor da USP, Vahan Agopyan; do presidente da Comissão de Pesquisa da Escola, Antonio Mauro Saraiva, além de diversos docentes e pesquisadores da USP.

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Poli desenvolve projeto para ensinar os robôs a aprender

Pesquisa acaba de ser contemplada com investimento do
programa de bolsas da Google para a América Latina.

Quando o ser humano começa a andar, em geral, cai várias vezes depois dos primeiros passos, aprendendo por meio da experimentação, da tentativa e do erro. Esse processo, chamado de aprendizado por reforço, foi adaptado matematicamente e o algoritmos vêm sendo empregados em softwares de máquinas e robôs para que eles possam interagir com o ambiente e aprender com essas experiências como se fossem humanos. Uma pesquisa da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) pretende justamente ensinar máquinas e robôs a aprender novas habilidades.

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Pesquisa da Escola Politécnica transforma lixo em energia

Modelo de negócio deverá ser desenvolvido por um consórcio de 22 municípios paulistas.

Em monografia apresentada ao curso de especialização em Energias Renováveis, Geração Distribuída e Eficiência Energética do Programa de Educação Continuada (PECE), da Escola Politécnica da USP, o aluno Luciano Infiesta analisou e desenvolveu um modelo de negócios para um projeto de gaseificação que utiliza resíduos sólidos urbanos, projeto a ser desenvolvido por um consórcio de 22 municípios do Vale do Paranapanema, interior de São Paulo.

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IEE e Poli implantam geração solar fotovoltaica conectada à rede elétrica

Projeto foi premiado pela EnerSolar+Brasil.

O Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEE-USP), com participação da Escola Politécnica (Poli-USP) e das empresas Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) e Cesp, implantou quatro estações de energia solar fotovoltaicas, integradas ao sistema de abastecimento de energia elétrica, que possibilita gerar aproximadamente 500 kW de energia por dia no campus da USP, no bairro do Butantã, em São Paulo. Essa capacidade equivale a 2,5% da demanda de energia da Universidade.

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Alunos da Poli-USP desenvolvem veículo reconfigurável e de uso compartilhado

A proposta é que o veículo atenda as demandas variadas de mobilidade da cidade de São Paulo

 Os alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e de mais quatro universidades estrangeiras desenvolveram um veículo reconfigurável e de uso compartilhado para a cidade de São Paulo (SP). O projeto Opal é um modelo hatch, de duas portas, que amplia a capacidade de passageiros, de três para cinco assentos (e, portanto, as dimensões do veículo), quando o usuário desejar – a expansão da carenagem é feita por meio de atuadores eletrônicos. A condição de veículo reconfigurável facilita o uso compartilhado, pois possibilita atender pessoas de diferentes demandas de mobilidade.

“A reconfiguração, ainda uma novidade, consiste em adequar o veículo para mais de uma aplicação, como, por exemplo, transformando o veículo de passageiros em veículo de carga. Esse é um modo de atender demandas específicas e variadas, usando a mesma frota”, explica o Prof. Dr. Marcelo Alves, do Centro de Engenharia Automotiva da Poli-USP. O uso compartilhado, por sua vez, já existe em vários mercados. Em São Paulo, a prática vem sendo disseminada pelas bicicletas de cor laranja do projeto Bike Sampa, que facilitam o deslocamento na cidade (o usuário retira a bicicleta em um ponto de distribuição e pode devolver em outro).

O Opal foi desenvolvido considerando os resultados de pesquisa de mercado realizada na capital paulista. Os alunos foram a campo e ouviram 500 pessoas, entre os meses de outubro e novembro de 2014.

“Desse total, 77,1% responderam que usam o carro sozinho ou com mais uma pessoa, 62,3% vão de carro para o trabalho, e 76% mudam suas necessidades de uso do carro no decorrer da semana”, destaca Erich Sato, aluno do 4º ano do curso de Engenharia de Mecatrônica da Poli-USP e líder da equipe responsável pelo projeto. “A condição de veículo reconfigurável foi bem aceita pelos jovens”, completa. A maioria dos respondentes tem entre 19 e 29 anos, público-alvo do projeto Opal.

Os alunos também elaboraram um modelo de negócios para tornar viável a implantação do Opal. O serviço de uso compartilhado poderá ser utilizado pela pessoa física e também para complementar a frota de empresas. Outra novidade é que o consumidor poderá adquirir o Opal, com a condição de disponibilizar o carro, em determinados momentos, para o serviço de uso compartilhado, em formato semelhante à franquia.

Competição mundial 

O projeto Opal está participando da competição Global Vehicle Development Project, promovida entre as universidades integrantes do PACE - Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education, programa liderado pela General Motors mundial para a educação de engenharia. O projeto foi apresentado no Fórum PACE, que, pela primeira vez, é realizado no Brasil, entre os dias 26 e 30 de julho, nas instalações da Poli-USP.

A equipe que desenvolveu o Opal é formada por alunos da Poli-USP e de mais quatro universidades estrangeiras: Hochschule RheinMain University of Applied Sciences (Alemanha), Howard University (Estados Unidos), New Mexico State University (Estados Unidos) e  University of Ontario Institute of Technology (Canadá). A partir do lançamento do desafio, no segundo semestre de 2014, os alunos reuniram-se a distância, principalmente via Skype, para definir tarefas e acompanhar o andamento do projeto. Agora, em julho, encontraram-se pessoalmente, para a apresentação do Opal no Fórum do PACE.

O Brasil é o único país da América do Sul que participa do PACE – a Poli-USP ingressou em 2005 como a primeira escola brasileira selecionada pelo Programa. As universidades são equipadas com software e laboratórios, oferecidos pelas empresas participantes no PACE. A Poli-USP possui quatro laboratórios equipados pelo Programa, com mais de 100 estações de trabalho e software para Computer Aided Design (CAD), Computer Aided Manufacturing (CAM) e Computer Aided Engineering (CAE), aplicados para conceber, projetar e fabricar veículos. 

 

Escola Politécnica lidera ranking USP de pedidos de patente

Indicadores de propriedade intelectual foram levantados pela Agência de Inovação da USP.

A Escola Politécnica é a unidade da Universidade de São Paulo que mais depositou patentes no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), segundo levantamento feito pela Agência de Inovação da USP. Entre 1982 e 2014, a USP registrou 1.025 pedidos de patentes. Desse total, 153 pertencem à Poli, com 15% do total, sendo 63 pedidos registrados entre 2010 e 2014. Em segundo lugar no ranking de patentes da Universidade está o Instituto de Química, com 9% do total de pedidos, seguido pelo Instituto de Física da USP de São Carlos e pela Escola de Engenharia da USP de São Carlos, com 8% dos depósitos cada um.

“As patentes são consequência do nosso trabalho para fomentar a cultura da inovação. Na nossa visão, projetos de inovação formam alunos inovadores que vão trabalhar ou criar empresas e serviços para o mercado, gerando oportunidades econômicas e de trabalho”, destaca o diretor da Poli, professor José Roberto Castilho Piqueira. “Temos laboratórios e disciplinas voltadas para a inovação lecionadas regularmente e, além disso, nossos laboratórios abrigam um número considerável de alunos e pesquisadores trabalhando em projetos voltados ao processo produtivo”, completa ele.

“A Poli é a unidade da USP com maior número de professores e pesquisadores trabalhando em Ciências Exatas, área na qual naturalmente temos um grande número de pedidos de patentes”, ressalta Vanderlei Salvador Bagnato, coordenador da Agência de Inovação da USP. “Além disso, a Escola vem tendo uma sucessão de diretores que são pró-inovação, que a enxergam como uma estratégia importante para apoiar a formação de seus alunos. Esses diretores, portanto, tentam inserir a inovação e o patenteamento na rotina de seus departamentos”, acrescenta. Ele também afirma que os profissionais formados pela Poli são pessoas criativas, que trabalham constantemente em boas ideias.

Uma dessas boas ideias que se converteram em patentes é a Plataforma Digital de Pesquisa de Vazamentos (PDPV). Desenvolvida pela Poli em parceria com a Sabesp, a plataforma é um banco de sinais acústicos usados para identificar vazamentos de água, tornando o processo de detecção e diagnóstico mais eficiente. Outro exemplo é um equipamento que permite a análise do revestimento de pavimentos sem fechamento das pistas, fornecendo informações relevantes para subsidiar o engenheiro na análise. Foi a Poli, ainda, que desenvolveu um dispositivo de controle de cadeiras de rodas por meio de sopro ou sucção, destinada especialmente para pessoas com tetraplegia.

“Com as ações que a própria universidade vem tomando ao longo dos anos, a exemplo da criação da Agência USP de Inovação, a rotina de se registrar uma patente se tornou mais fácil. Os professores, pesquisadores, técnicos e alunos estão começando a desenvolver uma cultura de proteção da propriedade intelectual”, lembra Bagnato. “Tradicionalmente, a Poli sempre foi um polo de tecnologia e agora, com a estrutura de patenteamento, é natural que ela amplie o número de patentes”, diz.

Essa liderança no número de pedidos de patente é comemorada pela Poli, mas com ressalvas. “Apesar de liderarmos o ranking USP de patentes, estamos aquém do que podemos fazer”, aponta Piqueira. Segundo ele, há dois obstáculos principais. Um é a burocracia excessiva nos processos de registro de patentes no Brasil. O segundo são as dificuldades impostas pela falta de cultura da universidade brasileira em captar recursos no sistema produtivo para desenvolver projetos colaborativos que gerem patentes.

“A USP vem investindo e melhorando seus números, suas estatísticas de propriedade intelectual, mas ainda não é o ideal”, pondera Bagnato. “Como coordenador da Agência, meu trabalho é investir ainda mais para que esses números melhorem ainda mais, pois sabemos que a USP, como um todo, tem potencial para ampliar esses indicadores. São mudanças estruturais, mas, na medida em que professores e estudantes se tornem conscientes do que podem fazer com suas ideias, protótipos, criações, vamos chegar lá”, finaliza.

 

Apresentação da Gestão de Resíduos da Poli

Ocorreu no dia 10 de abril a apresentação da Gestão de Resíduos da Escola Politécnica da USP, com o palestrante Welson Barbosa, responsável pelo Poli Recicla. Esta palestra faz parte do Curso de Formação de Pessoas que Aprendem Participando (PAP), que foi elaborado pela Superintendência de Gestão Ambiental da USP com o objetivo de alcançar a difusão de boas práticas através da educação e da capacitação dos funcionários em todas as unidades da USP.

Na segunda parte do evento, foi apresentada a Gestão de Resíduos do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), com a palestrante Neuci Bicov Frade, que já desenvolveu pesquisas a respeito e posteriormente trabalhou durante oito anos na gestão de eletroeletrônicos na Universidade. Para dar prosseguimento ao projeto, já estão agendadas novas datas para continuação do curso, que incluem, entre muitas outras atividades, visitas monitoradas e palestras com professores convidados.

 


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