Escola Politécnica da USP

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Biblioteca da Engenharia Elétrica tem horário estendido até 21h

Novo horário procura atender a demanda noturna dos cursos de pós-graduação

 

A Biblioteca de Engenharia Elétrica (EPEL) “Prof. Dr. Luiz de Queiroz Orsini” da Escola Politécnica da USP, localizada no prédio da Engenharia Elétrica, teve seu horário de atendimento estendido até as 21h, a partir de 03 de junho de 2013, passando então a atender de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h.

Segundo a Chefe Técnica da Divisão de Biblioteca, Maria Cristina Olaio Villela, a decisão de estender o horário de atendimento desta biblioteca baseou-se em levantamento sobre os Departamentos que ofereciam disciplinas após as 18h, geralmente de pós-graduação, e apresentavam demanda reprimida no atendimento aos estudantes e pesquisadores. Ainda segundo Maria Cristina, há planos de expandir os horários da Biblioteca de Engenharia Mecânica, que também oferece disciplinas após as 18h.

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A Poli/USP tem nove bibliotecas, que atendem a mais de 180 mil usuários por ano. Todo o acervo, infraestrutura e pessoal especializado estão disponíveis para auxiliar estudantes de Engenharia de graduação e pós-graduação, pesquisadores e docentes em suas atividades acadêmicas. A Divisão de Biblioteca possui mais de 630 mil documentos, acessa aproximadamente 20 mil títulos de revistas eletrônicas e 115 bases de dados a partir de seus computadores locais.

O endereço do prédio da Biblioteca de Engenharia Elétrica é Av. Prof. Luciano Gualberto, trav. 3, nº 158 – térreo. O contato com a Biblioteca pode ser feito pelo telefone (011) 3091-5308/9024 e pelo e-mail   Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

  • Outras bibliotecas

 

Amigos da Poli divulga Edital de Projetos

O Fundo Patrimonial Amigos da Poli publicou nesta terça-feira (09/abril/13) seu primeiro Edital de apoio a projetos na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. A Associação estará reservando até 200 mil reais para serem aplicados em projetos promissores propostos exclusivamente pela comunidade politécnica.

O prazo para inscrições de propostas estende-se até o dia 28/maio/13, sendo que a divulgação dos projetos que receberão os recursos será realizada no dia 30/junho/2013.

O Amigos da Poli é uma organização sem fins lucrativos que tem como principal objetivo apoiar o desenvolvimento humano, técnico e científico da Escola Politécnica, além de contribuir para a formação de engenheiros cada vez mais qualificados. Trata-se de uma alternativa importante de financiamento de projetos dentro da Escola. 

 

• Site Amigos da Poli

• Edital completo

 

 

Vice-diretor da Poli/USP recebe prêmio do IEA

O vice-diretor da Escola Politécnica da USP, o prof. José Roberto Castilho Piqueira, foi agraciado com o Prêmio Janus, que é concedido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP) Polo São Carlos a personalidades do meio científico. O prêmio foi entregue ontem (23/10) pelo físico Sérgio Mascarenhas, durante a cerimônia de abertura do 20° Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo – SIICUSP - área Ciências Exatas e Engenharia, que está sendo realizado nas dependências da Poli.

Na mitologia greco-romana, o deus Janus representa a mudança entre a vida primitiva e a civilização, entre o obscurantismo e a ciência. “Janus é um deus que olha o passado para criar o futuro”, disse Mascarenhas. “Esse prêmio mostra a admiração que o IEA tem pelo prof. Piqueira”, acrescentou.

Mascarenhas, um físico brasileiro de renome internacional, falou da importância do trabalho do prof. Piqueira em prol da engenharia de sistemas complexos – área que, segundo ele, o Brasil está 20 anos atrasado. Também ressaltou a importância da 2ª Conferência USP sobre Engenharia, evento que foi idealizado pelo prof. Piqueira com o objetivo de promover um debate a respeito dos grandes temas da engenharia – entre eles os sistemas complexos.

No Brasil, Piqueira foi o precursor da aplicação dos princípios dos sistemas complexos na engenharia. Sua tese de doutorado, defendida em 1987, foi a primeira a contemplar esses princípios na engenharia elétrica. Desde então, ele vem trabalhando em uma linha de pesquisa multidisciplinar, com diversos modelos e aplicações dos sistemas complexos. Vem também se empenhando em divulgar para a sociedade a importância desses princípios que, segundo ele, são uma tendência no monitoramento de grandes metrópoles, uma vez permitem a modelagem de sistemas que apresentam não linearidades e emergência de comportamentos inesperados.

Na ciência, os princípios dos sistemas complexos vêm ganhando relevância nas últimas décadas, com aplicações em química, física, robótica, macroeconomia, neurociências, inteligência estratégica, energias alternativas, entre outras. Na engenharia, representam um novo paradigma. “Uma forma de olhar e resolver os problemas de forma integrada”, afirma Piqueira.

Para Mascarenhas, os sistemas complexos representam a engenharia do século XXI. O físico está lutando para criar um curso de pós-graduação na área, que seria implantado em rede – já que há pouquíssimas pessoas especializadas no assunto no País.

 

Iniciação científica: um caminho para formar lideranças

O programa de Iniciação Científica da USP é considerado um dos mais importantes no nível da graduação. Não apenas por preparar possíveis futuros cientistas, mas também por formar profissionais com visão de liderança. “Ao estimular o aluno a identificar um problema, aplicar um método científico para resolvê-lo e analisá-lo para transmitir seus resultados à sociedade, estamos ajudando a formar lideranças, pois este aprendizado é fundamental para qualquer área do conhecimento”, afirmou o pró-reitor de Pesquisa da USP, o prof. Marco Antonio Zago, na abertura do 20° Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo – SIICUSP - área Ciências Exatas e Engenharia, que começou ontem (23/10) nas dependências da Escola Politécnica.

Para Zago, a USP tem obrigação de criar e transferir conhecimento; de formar profissionais competentes e com visão de liderança. “É lamentável que a maior parte da nossa juventude, por falta de uma educação de qualidade, não tenha acesso a esse momento de desenvolvimento econômico”, ressaltou. O Brasil, lembrou ele, não está sendo capaz de formar mão-de-obra qualificada em número suficiente para levar o País a um patamar mais elevado de desenvolvimento, que não seja o de grande exportador de commodities. “A USP, como principal universidade da América Latina, tem obrigação de formar bons profissionais, mas também de alertar para esses problemas.”

Segundo a profª Maria Inês da Rocha Santoro, coordenadora do Programa de Iniciação Científica da USP, hoje a Universidade tem 57.902 alunos matriculados na graduação, sendo que 2.877 recebem bolsas de iniciação científica. As bolsas são concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e tecnológico (CNPq), pelo Banco Santander e pela própria USP. “O número de alunos beneficiados representa 5%, mas pode alcançar 10%, se somarmos aqueles que fazem iniciação científica com bolsas de outras instituições ou mesmo sem apoio financeiro”, afirmou.

Os dez por cento que fazem iniciação científica veem nessa experiência um divisor de águas. O vice-diretor em exercício da Escola Politécnica, o prof. José Roberto Castilho Piqueira, foi um exemplo. “Em 1970, quando cursava a Escola de Engenharia de São Carlos, tive a honra de ser aluno no professor Sérgio Mascarenhas e mais tarde ser bolsista de iniciação científica no Instituto de Física; foram duas experiências marcantes, que transformaram minha vida e me impulsionaram para a pesquisa”, afirmou.

“Cada vez mais a engenharia se aproxima da ciência básica; não dá para fazer inovação sem se aproximar da ciência básica”, acrescentou Piqueira. O mesmo acredita o presidente da Comissão de Pesquisa da Escola Politécnica, Antonio Mauro Saraiva. “A iniciação científica abre caminho para a inovação e para o empreendedorismo”, disse.

Essa visão é compartilhada pelo físico Sérgio Mascarenhas que foi convidado para proferir a palestra de abertura do evento da área de Exatas e Engenharias. “O século XXI tem um novo paradigma, que é a economia do conhecimento”, frisou. “Nessa era, a união do humanismo com a ciência é fundamental para a inovação”, disse. Em sua opinião, a interdisciplinaridade, que possibilita a combinação de diversas fontes de conhecimento, é a base para a inovação.

Sobre o evento – Durante o 20º SIICUSP – Ciências Exatas e Engenharias, serão apresentados 906 trabalhos de iniciação científica de um total de 3.660 trabalhos das diversas áreas do conhecimento. Confira os eventos das demais áreas: Humanas, de 22 a 24 de outubro na FEA; Biológicas, de 24 e 25 de outubro, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto; e Agrárias, de 25 e 26 de outubro, na FMVZ, em Pirassununga.

 

ATENDIMENTO À IMPRENSA

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Atlética da Poli/USP realiza campanha de doação de sangue

A Associação Atlética Acadêmica Politécnica irá realizar, na próxima segunda-feira, dia 29 de Outubro, uma campanha de doação de sangue com o apoio do Hemocentro São Lucas. A coleta de sangue será feita no prédio do Biênio, das 11h às 16h, em duas salas de aula do primeiro andar, C1-04 e C1-05. Ao contrário das edições anteriores da campanha, haverá apenas um dia de doação.

Segundo a organização, o ato de doar sangue não representa risco ao doador ou ao paciente, uma vez que o sangue, antes de utilizado, é testado. Além disso, esta ação pode salvar muitas vidas, por isso todos os professores, alunos e funcionários estão convidados a participar. 

Fonte: Associação Atlética Acadêmica Politécnica (AAAP) 

 

Mais rigor na avaliação das concessionárias de energia elétrica

Pesquisa da Poli/USP sugere a revisão dos contratos futuros para melhor controle dos serviços prestados, conservação e manutenção dos equipamentos e instalações.

Com o término das concessões atuais do setor elétrico previsto para 2015, a União tem a oportunidade de rever e atualizar os requisitos para a escolha das futuras concessionárias. Uma das fontes de informação que o governo pode utilizar nas discussões de novos critérios está na tese de doutorado do engenheiro eletricista Josimar Oliveira Silva, defendida em junho na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). A pesquisa de Silva propõe indicadores, inexistentes até então, que atestem que as concessionárias estão fazendo a sua parte quando o assunto é principalmente conservação, manutenção e atualização das instalações e dos equipamentos de transmissão sob sua gestão.

Ao obter a concessão de transmissão de energia elétrica, por um período em geral de 30 anos, cabe à empresa legalmente zelar pela gestão dos bens vinculados ao serviço, arcando com a responsabilidade pela manutenção e conservação desses bens, como linhas de transmissão e transformadores, inclusive com a reposição, quando for o caso. Este acompanhamento, no entanto, ainda não é feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel de um modo mais amplo, com perspectiva de futuro, de longo prazo.  “Em geral, tem-se uma visão momentânea das condições de serviço da concessionária, gráficos periódicos, mas não se faz uma avaliação de longo prazo, sob o ponto de vista da longevidade dos equipamentos, ou mais amplamente da sua sustentabilidade”, comenta o pesquisador.

De acordo com Silva, da forma como a Aneel atesta o serviço hoje não se tem a garantia de que, ao final da concessão, a empresa vá entregar as instalações de transmissão em condições tão boas quanto na época que o recebeu. “Se ela (concessionária) não tiver interesse em renovar a concessão, quem garante que dará atenção a todo recurso disponível como o fazia no início?”, questiona. “Corre-se o risco de a União receber de volta uma transmissora desvalorizada ou que necessite de elevados investimentos para um futuro leilão”, argumenta.

O pesquisador, que atualmente trabalha como consultor legislativo na Câmara Legislativa do Distrito Federal, em Brasília, sugere, entre as medidas, que sejam aplicados métodos de gestão por indicadores, com a possibilidade de se visualizarem trajetórias e metas regulatórias, históricas e estratégicas e checagem da expectativa de vida útil dos equipamentos em qualquer momento. “Todos ganhariam com esta medida: a concessionária, que teria parâmetros para programar suas atividades de operação, de manutenção e atualização das instalações de transmissão, a Aneel, que ganharia instrumentos a mais para fiscalizar a gestão dos bens públicos pela concessionária, e a população, menos exposta a possíveis problemas no serviço de energia elétrica, como cortes  no fornecimento, apagões e reajustes desnecessários na conta”, justifica.

Outra sugestão indicada por Silva é oferecer ao público via internet, por exemplo, informações referentes à gestão da concessionária, em linguagem acessível. “A transparência deste trabalho aumentaria a responsabilidade da concessionária em realizar um bom serviço podendo ser cobrada pela sociedade”, explica o engenheiro, acrescentando: “Até outras concessionárias se interessariam por este tipo de informação, principalmente se estiverem interessadas em participar de futuros leilões, aperfeiçoando sua proposta de gestão”.

A tese de doutorado do engenheiro Josimar Oliveira Silva estará disponível em breve na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP (www.teses.usp.br/), com o título “Proposta de indicador de longevidade da concessão de serviço público de transmissão de energia elétrica, na perspectiva da sustentabilidade”.

 

Prevenção contra desastres naturais é tema de evento na Poli/USP

Municípios devem priorizar a prevenção contra desastres naturais, seguindo a lei 12.608/12, ou não terão verbas oficiais para obras ligadas à defesa civil.

Sancionada em abril deste ano, a lei 12.608/12 que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), dispõe sobre o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) e o Conselho Nacional de Proteção e Defesa Civil (CONPDEC), e autoriza a criação de sistema de informações e monitoramento de desastres, praticamente dá um ultimato aos prefeitos. Ou investem no planejamento urbano, para fazer frente aos problemas de enchentes, deslizamentos de terra e outras consequências dos fenômenos naturais, ou não terão recursos federais para efetuarem obras de prevenção e mitigação.

Quem faz o alerta é o engenheiro civil Faiçal Massad, docente do Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotécnica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). Ele será um dos palestrantes do encontro “Caminhos da política nacional de defesa de áreas de risco”, organizado pela Poli/USP e pela Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), marcado para o dia 6 de agosto próximo, em São Paulo.

O professor Faiçal lembra que a lei também traz dispositivos para melhorar a capacidade dos municípios para fazer frente aos desastres naturais. “Não há mais desculpas para as autoridades municipais colocarem em segundo plano as obras de prevenção e mitigação em suas cidades”, afirma. O Governo Federal libera, por etapas, recursos para os Estados mais atingidos por desastres naturais. Para se ter uma ideia, cerca de R$ 4,6 bilhões serão destinados, nos próximos meses, aos Estados do Rio de janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina.

“Para pleitear verbas federais, tanto para obras como para outras ações, como treinamento de pessoal, o município deverá cadastrar-se e cumprir uma série de requisitos, como incorporar as ações de proteção e defesa civil no planejamento municipal, identificar e mapear as áreas de risco de desastres naturais, impedir novas ocupações, além de vistoriar edificações nessas áreas”, explica. “Deverá, enfim, apresentar um plano diretor que contemple ações de prevenção e mitigação de desastres naturais, lastreadas em cartas geotécnicas, em particular, de aptidão à urbanização”, acrescenta.

No evento, o professor Faiçal falará especificamente sobre as diretrizes para construção de obras de prevenção e mitigação de desastres naturais. Segundo ele, essa questão envolve dois aspectos. O primeiro é cartográfico, ou seja, será preciso ir ao campo e utilizar o sensoriamento remoto para elaborar cartas geotécnicas que identifiquem as áreas passíveis de sofrerem desastres naturais. “Hoje, esse tipo de mapeamento já vem sendo feito em algumas cidades, localizadas principalmente nos Estados do Sul e do Sudeste, mas precisa ser uma norma em todos os municípios brasileiros considerados críticos”, alerta. O segundo aspecto diz respeito às medidas de intervenção em áreas sujeitas a desastres naturais. De caráter preventivo, corretivo ou de controle, essas medidas incluem obras de drenagem, de proteção superficial contra erosão, de estabilização de encostas e leitos de rio, entre outras.

“A engenharia geotécnica brasileira oferece hoje uma série de alternativas para a construção de obras, com especialistas altamente qualificados”, salienta o professor Faiçal. Ele cita técnicas de estabilização de encostas, desde as mais simples e menos dispendiosas, como a drenagem superficial, os retaludamentos; passando pela drenagem interna dos taludes; até as técnicas mais refinadas, como a “terra armada” com geossintéticos ou com tiras metálicas; os muros de arrimo e as cortinas atirantadas, estas últimas de custos mais elevados por exigirem o uso de materiais mais dispendiosos e de mão de obra especializada.

A terra armada é uma técnica que vem sendo usada desde a década de 1970, a exemplo do trecho em meia encosta na Rodovia Piracuama-Campos do Jordão (SP 123) e a contenção do aterro da cabeceira do Aeroporto de Congonhas, junto à Av. Ruben Berta. “Para cada situação, a nossa engenharia apresenta soluções e cada município deve definir aquela que conduz a uma melhor relação custo-benefício, sempre com foco na qualidade da obra”, salienta o professor Faiçal. “Já existe também no país competência para o projeto e  a construção de obras de controle de fluxos de lama e de detritos, que tantos males causaram recentemente em Santa Catarina e na Região Serrana do Rio Janeiro.”

Em suma, um dos objetivos deste evento é chamar a atenção de prefeitos e agentes públicos envolvidos com questões de defesa civil a conhecerem a lei e se organizarem para segui-la. O seminário é dirigido especialmente a prefeitos, secretários estaduais e municipais, empresários e engenheiros. Dele participarão também como palestrantes Celso Santos Carvalho, engenheiro civil, ex-professor da Poli e diretor do Departamento de Assuntos Fundiários Urbanos e Prevenção de Riscos do Ministério das Cidades; Kátia Canil, geógrafa e pesquisadora do Laboratório de Riscos Ambientais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT); e a engenheira Edith Ranzini, docente da Poli/USP e diretora de Operações da FDTE, que falará sobre a possibilidade de estabelecimento de parcerias entre especialistas da Escola Politécnica e as prefeituras interessadas em consultoria na área.

Serviço: O Seminário “Caminhos da política nacional de defesa de áreas de risco” será realizado no dia 6 de agosto, das 8h30 às 12h, no Auditório “Prof. Dr. Francisco Romeu Landi”, do Prédio da Administração da Poli (Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3 nº 380, Cidade universitária, São Paulo). O evento é gratuito, mas é necessária inscrição prévia pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. "> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .  Mais informações: (11) 3031-7000, ramal 226.

 


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