Escola Politécnica da USP

usp.br

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte


Semana de Iniciação Científica na Poli-USP começa nesta segunda-feira

A primeira palestra será realizada no Departamento de Engenharia de Produção, às 11h. Confira abaixo os demais dias e locais. 

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) promove a partir desta segunda-feira (24/04) até sexta-feira (28/04) a Semana de Iniciação Científica - Poli 2017. O evento consiste numa série de palestras e visitas a laboratórios, em que os professores vão falar sobre suas linhas de pesquisa, buscando atrair alunos para projetos de IC ou Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (IT).

Participar de um projeto de IC é uma forma de os estudantes começarem a construir uma carreira acadêmica antes mesmo de concluir o curso e ingressar numa pós-graduação, fazendo pesquisa enquanto ainda estão realizando o bacharelado.

Além de expor as linhas de pesquisa, os professores vão falar sobre os compromissos e obrigações do aluno de IC/IT e sobre as possibilidades de bolsa. Dois editais de bolsa serão abertos nesta segunda-feira (24/04).

O Edital do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) 2017/2018 é voltado para fomentar o desenvolvimento do pensamento científico e entre estudantes de graduação do ensino superior. As bolsas serão concedidas por um período de 12 meses, admitindo-se renovações. O projeto de IC envolve pesquisa básica ou pesquisa aplicada, utilizando o método científico para produzir conhecimento, com ou sem objetivo prático.

Já o Edital do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) 2017-2018 visa estimular estudantes do ensino superior a promoverem o desenvolvimento e transferência de novas tecnologias e a gerarem inovação. O objeto do projeto deve ser o desenvolvimento, aperfeiçoamento ou estudo de viabilização de produtos, protótipos, processos, serviços, sistemas ou modelos de negócios, preferencialmente de caráter multidisciplinar. Para este edital pode haver inscrição de grupo de até cinco alunos para desenvolver um mesmo projeto.

Não é preciso inscrição prévia para participar da Semana de IC – Poli 2017. Confira aqui as datas, horários e locais em que serão realizadas as palestras em cada um dos Departamentos:

 

SEMANA DE IC - POLI 2017

 

DEPARTAMENTO

DATA

HORÁRIO

LOCAL

 

PRO

24/04

11h-12h

Sala D2-15 - Auditório

PME

25/04

11h

Sala A-08

PNV

25/04

11h10-12h

Sala ET01

PCS

25/04

13h-14h - palestra /

14h-16h - visita a laboratórios

Anfiteatro da Eng. Elétrica

PMI-Santos

25/04

13h15-14h15

Auditório

PMR

26/04

11h

Sala MZ-01

PEA

26/04

13h-14hs

Anfiteatro da Eng. Elétrica

PSI

27/04

11h-12h

Anfiteatro da Eng. Elétrica

PMT

27/04

11h-13h

Auditório

PMI

27/04

14h30-15h30

Sala 2

PQI

28/04

11h

Sala A103, Biênio

PCC/PTR/PHA/PEF

28/04

11h-13h

Sala S-28 do Prédio da Eng. Civil

PTC

28/04

12h-13h

Sala D1-03

 

Professor de Oxford apresenta novo algoritmo em palestra no RCGI

O professor Patrick Farrell, do Instituto de Matemática, Análise Numérica e Computação Científica da Universidade de Oxford, apresenta no RCGI - Fapesp Shell Research Centre for Gas Innovation (Centro de Pesquisa em Inovação em Gás), sediado na Escola Politécnica da USP, a palestra "BIFURCATIONS, BUCKLING AND FLOW TRANSITIONS - Scalable bifurcation analysis of nonlinear partial differential equations and variational inequalities". O evento acontece nesta quarta-feira (19/04), às 14h, e é aberto ao público interessado. Clique aqui para se inscrever. 

Na palestra, Farrel irá apresentar um novo algoritmo, criado para solucionar a equação $f(u, \lambda) = 0$, na qual o parâmetro $\lambda$ é variável. Trata-se de um desafio das áreas de Matemática Aplicada e Engenharia.

O algoritmo foi nomeado de “deflação continuada” e, segundo Farrel, tem três vantagens: primeiro, é capaz de levar em conta diagramas de bifurcação desconectada. Os algoritmos até então existentes são capazes de computar apenas a parte do diagrama de bifurcação continuamente conectada aos dados iniciais. Em segundo lugar: sua implementação é extremamente simples. E terceiro: pode ser dimensionado para discretizações muito grandes se houver um bom pré condicionante.

Serviço:

Data: 19 de abril de 2017
Hora: 14h
Local: RCGI – Fapesp Shell Research Centre for Gas Innovation
Endereço: Prédio da Engenharia Mecânica e Naval - Av. Professor Mello Moraes, 2231 - Universidade de São Paulo - Escola Politécnica | Cidade Universitária
Mais informações e inscrições: http://www.rcgi.poli.usp.br/events-2016/129-bifurcations-buckling-and-flow-transitions/

 

Poli-USP promove ciclo de debates sobre ética na universidade

Evento é promovido pela Comissão de Ética da Escola. Questões de gênero e relações de poder serão os temas discutidos no primeiro encontro, dia 25 de abril.

A Comissão de Ética da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) irá realizar uma série de cinco debates sobre ética no meio acadêmico ao longo deste ano. O primeiro deles ocorrerá na próxima terça-feira (25/04), às 14 horas, no Anfiteatro Professor Francisco Romeu Landi, localizado no prédio da Administração Central da Escola, no campus Butantã.

O ciclo de debates é voltado para alunos, docentes e funcionários da Poli-USP e da universidade. Nesse primeiro encontro serão discutidos dois temas: “Relações de poder entre professores, alunos e funcionários: limites éticos” e “Linguagem adequada no meio acadêmico para respeitar questões de gênero, orientação sexual e raça”.

Serão debatedores o professor Nilson José Machado, titular da Faculdade de Educação (FE) da USP, e Roberto Romano, professor titular do Instituto de Filosofia da Universidade de Campinas (Unicamp). Machado é doutor em Filosofia da Educação e atua na área de Educação com ênfase no tema Ética e Educação. Romano é doutor em Filosofia e atua na área de Filosofia com ênfase em Filosofia, Ética e Política.

“Por meio da análise de temas importantes para nossa comunidade, queremos desenvolver conceitos e hábitos de percepção que nos auxiliem a apurar nossa sensibilidade ética e aumentar nossa atenção aos bens coletivos e individuais”, afirma o professor Raul Gonzalez Lima, docente da Poli e coordenador da Comissão de Ética.

As inscrições para o primeiro debate devem ser realizadas por aqui

 

Politécnicos criam startup para compartilhamento de espaços

Pelo site da Wish A Storage, quem tem espaço livre em casa pode anunciá-lo e alugá-lo para pessoas que precisam armazenar objetos ou guardar veículos.

Os imóveis encolhem cada dia mais em cidades como São Paulo, criando um problema para as pessoas que têm muitos objetos e pouco espaço para armazená-los. Além disso, as vagas de garagem se tornaram espaços valiosos nos grandes centros urbanos onde as famílias geralmente têm mais de um carro, e frequentemente apenas uma vaga para seu automóvel. De olho nesta tendência, dois engenheiros formados pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) se uniram a um advogado, um administrador de empresas e um economista para criar uma startup que trouxe uma solução inovadora para a questão da armazenagem.

Trata-se da Wish A Storage (http://www.wishastorage.com.br/), um site que une quem tem espaços vazios em casa e quem precisa guardar seus objetos. A grande vantagem, em relação aos serviços de empresas de self storage, é o preço e a localização dos espaços. “Em média, o custo do metro quadrado de um aluguel de espaço nas residências representa a metade do que é cobrado em um box na cidade de São Paulo”, afirma Daniel Eiro, um dos sócios da startup. “Além disso, com uma rede de anunciantes de espaços cada vez maior, é possível encontrar um espaço para alugar bem próximo à casa do interessado, diminuindo os gastos de tempo e dinheiro na mobilidade.

O funcionamento da plataforma é bastante simples. Quem tem espaço livre em casa e quer alugá-lo anuncia no site, gratuitamente. Já o interessado faz a busca no site e, ao encontrar o espaço ideal, entra em contato com o proprietário. Toda a transação é feita por meio do site. Ambos assinam um Termo de Uso que, na prática, funciona como um instrumento legal para proteger as partes envolvidas. No caso do locador (chamado de Storager), para resguardá-lo da responsabilidade de ter seu espaço usado para estocagem de produtos ilegais, por exemplo. No caso do locatário (Wisher), para ter garantias se houver danos ao seu patrimônio.

 Perfil dos usuários – Em São Paulo, a procura maior vem de bairros localizados no centro expandido, como Pinheiros, Perdizes, Higienópolis, onde o metro quadrado é mais caro e há demanda maior de pessoas procurando espaço para armazenagem. Já os anunciantes são de bairros um pouco mais periféricos, mas não muito distantes do centro, como Pirituba, Saúde e Conceição, entre outros, onde ainda existem muitas residências e mais espaço.

“A demanda mais comum é de pessoas que estão se mudando e precisam guardar móveis temporariamente em algum local até acertarem a nova residência, além de uma boa procura por vagas de garagem”, diz. Há um pouco de tudo. “Temos, por exemplo, uma empresa que faz cenografia para teatro e usa os espaços alugados para armazenar seus objetos”, destaca Eiro, lembrando que também há uma demanda significativa de pessoas que não têm onde guardar seu carro ou moto e procuram uma vaga para seu veículo que não seja cara como um estacionamento privado.

Planos de expansão – A plataforma, que começou a operar em novembro do ano passado, tem cerca de 70 anúncios e 200 usuários cadastrados. O lucro vem do percentual do valor do aluguel, que é repassado para a Wish A Storage. A meta é fechar o ano com 800 anúncios e 1000 novos usuários. Para tanto, os sócios estão trabalhando no desenvolvimento de um aplicativo, além de investirem em recursos de marketing, bem como em campanhas online e offline para ampliar o alcance de usuários e transações na plataforma.

Os próprios sócios tocam o negócio. Daniel Eiro cuida da parte tecnológica da startup ao lado de Hilarindo Silva, também formado em engenharia. Já Franz Bories e Thiago Fogaça, ambos formados nas áreas de negócios, e Ricardo Russo, advogado, ficam com a parte administrativa e comercial.

“Como dizem na linguagem do empreendedorismo, as startups nascem, em geral, de uma ‘dor’ de um dos empreendedores. Foi o nosso caso”, brinca Eiro. A ‘dor’, no caso, era de Bories, que, após formado no interior de São Paulo, veio trabalhar na capital paulista. Durante anos ele morou em um flat de cerca de 25 metros quadrados. Ele tinha como hobby tocar percussão em alguns eventos em São Paulo. O problema era que no flat não havia espaço para os instrumentos. “Ao fazer cotação em serviços de self storage, ele constatou que ficaria muito caro guardá-los em boxes comerciais. Então, pensou em pagar a um de seus vizinhos uma quantia para que ele deixasse guardar seus instrumentos na casa dele”, conta Eiro.

Da conversa sobre esse problema veio a ideia de criar um negócio. Todos estavam empregados nesse período e continuaram assim por um tempo, enquanto desenvolviam melhor a proposta da empresa. Até que participaram do processo de seleção de uma das maiores aceleradoras da América Latina, a Startup Farm, ao mesmo tempo em que buscavam espaço na incubadora Cietec, da USP. O projeto foi aprovado por ambas e eles acabaram optando pela aceleradora, onde ficaram por cinco semanas.

“Quando recebemos esses retornos positivos, soubemos que tínhamos um negócio com bom potencial. Decidimos então juntar nossas economias e deixar nossos empregos para nos dedicarmos somente a empresa”, diz Eiro. No momento, todo o investimento feito na empresa vem do capital dos próprios sócios. Eles ainda estão avaliando a possibilidade de procurar fontes de financiamento para o negócio.

A vida de empreendedor tem sido desafiadora. Eiro, por exemplo, conta que sempre quis ter uma empresa, mas não tinha uma boa ideia para abrir um negócio. “Quando entrei na Poli, eu gostava de eletrônica, de programação, mas não achava que ia seguir carreira em Tecnologia da Informação. Acabei encontrando emprego nessa área, comecei a gostar mais a cada dia, me interessando mais sobre aspectos da Internet e tecnologia”, lembra.

Ele destaca a formação obtida na Poli-USP como essencial não só para lidar com os aspectos tecnológicos, mas com a própria administração do negócio. “Na graduação eu realmente aprendi a aprender. Hoje, isso está sendo essencial na gestão do meu negócio, pois lido diariamente com novas tecnologias e preciso me atualizar rapidamente”, conta. “Lidar com todo esse ambiente de incertezas que cerca uma startup vem sendo um dos meus grandes desafios, e o background que a Poli me proporcionou tem sido fundamental para encará-lo”, completa.

Para Hilarindo Silva, o sentimento é parecido. “A Poli me ensinou desde o início que disciplina e organização são fundamentais para uma carreira de sucesso”, pontua. “Como engenheiro, aprendi a analisar e resolver problemas de forma rápida e eficiente. Como empresário, aprendi a ser multitarefa, o que me permite trabalhar em vários projetos ao mesmo tempo”, finaliza.

*************************

ATENDIMENTO À IMPRENSA

Acadêmica Agência de Comunicação

11+ 5549-1863 / 5081-5238 – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Ângela Trabold 

 

Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia da Poli promove seminário sobre crowdsourcing

Evento contará com a participação de Steven N. Rader, gerente adjunto do Centro de Excelência em Inovação Colaborativa da NASA.

No âmbito da chamada inovação aberta, uma das estratégias que tem sido frequentemente utilizada é a do crowdsourcing, termo criado para designar um modelo de negócios baseado no trabalho colaborativo de pessoas ao redor do mundo, conectadas pela internet, com o objetivo comum de executar tarefas ou resolver desafios tecnológicos e de pesquisa. Esse assunto é tema do “I Seminário Crowdsourcing – Oportunidades e Desafios”, realizado pelo Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). O encontro acontece no dia 27 de abril, no campus da USP no Butantã, em São Paulo.

“Apesar do conceito de trabalho colaborativo não ser novo, ainda há muito para se discutir sobre a utilização desse método visando o desenvolvimento de novos produtos, serviços e tecnologia”, explica o professor Edison Spina, docente do Departamento de Engenharia da Computação e Sistemas Digitais (PCS) e coordenador do seminário, que conta, ainda, com o apoio operacional do pesquisador do CEST Eduardo Bertassi.

Um dos destaques do evento será a palestra de Steven N. Rader, gerente adjunto do Centro de Excelência em Inovação Colaborativa (CoECI) da National Aeronautics and Space Administration (NASA), que falará sobre a experiência da agência em crowdsourcing. Também se apresentarão no evento Marina Miranda, diretora-geral da empresa Mutopo Brasil e sócia-fundadora da empresa Crowd Envisioning; Daniel Souza, sócio-fundador e diretor de tecnologia da empresa Broota; e Robert Pereira, sócio-fundador das empresas Base2 e Crowdtask. Thomas Eckschmidt, sócio-fundador do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, será o moderador.

A participação no seminário é gratuita e aberta ao público em geral, mas requer inscrição prévia por meio do site do evento. As palestras serão transmitidas ao vivo pelo IPTV-USP, e poderão ser acessadas no dia por meio deste link. Para conferir a programação do evento, clique aqui.

Quem são os palestrantes – Marina Miranda é graduada em Comunicação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com especialização em Imagem e Som, e em Economia pela USP. Possui larga experiência em projetos de crowdsourcing. Ela apresentará um panorama sobre a utilização dessa estratégia pelas empresas, casos de sucesso, oportunidades e principais dificuldades enfrentadas na adoção dessa estratégia.

Daniel Souza possui graduação em Engenharia da Computação pela Poli e é cofundador e diretor de tecnologia da Broota Brasil, empresa que possui uma plataforma virtual a qual permite o contato direto entre empreendedores. Daniel explicará o conceito de equity crowdfunding e falará também sobre o potencial dessa modalidade no Brasil, entre outros assuntos.

Já Robert Pereira atuou como professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e gerenciou o projeto de pesquisa de softwares livres de colaboração voltados para o governo federal junto ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (DCC-UFMG). Robert focará em contar a experiência da empresa na qual ele é sócio, a Base2, que trabalha com testes de software e adotou o modelo de crowdtesting.

Além das palestras, o seminário contará com dois painéis de debates abertos para a participação do público, que poderá discutir com os palestrantes alguns assuntos como as formas para incentivar a contribuição dos participantes em plataformas de crowdsourcing; como manter o controle e a qualidade do trabalho realizado por uma multidão de usuários dispersos na internet; como as empresas podem adotar esse modelo de negócios; que processos devem ser revistos; e se crowdsourcing realmente vale a pena.

O moderador do seminário, Thomas Eckschmidt, é formado pela Poli em e possui MBA Executivo pela Business School São Paulo/Universidade de Toronto, Canadá. É autor de sete livros em português, inglês e espanhol, e inventor com três patentes depositadas.

Serviço:
I Seminário Crowdsourcing - Oportunidades e Desafios.
Dia e horário: 27 de abril, das 8h30 às 13 horas.
Local: Auditório Professor Oswaldo Fadigas Fontes Torres -  Superintendência de Tecnologia e Informação (STI) da USP.
Endereço: Avenida Professor Luciano Gualberto, 71, Travessa 3 - Cidade Universitária, Butantã, São Paulo – SP.

 

Poli Cidadã realiza 1ª Oficina de Redação

Com enfoque nas cinco competências exigidas nas redações do ENEM, aula foi ministrada por funcionária da Poli

No último sábado, dia 08 de abril, aconteceu a 1ª Oficina de Redação do Poli Cidadã.

O objetivo desta Oficina foi orientar e discutir elementos que podem auxiliar os alunos do ensino médio a elaborar redações para vestibulares.  A oficina foi destinada aos monitores que ministram aulas ou tutorias nos projetos parceiros do Poli Cidadã. Contou com a participação de sete monitores, entre eles alunos da Poli e monitores externos do Projeto Kali e Matemática em Movimento.

Nessa 1ª Oficina, tivemos como enfoque as cinco competências exigidas nas redações do ENEM e, além disso, foram abordadas técnicas pedagógicas para desenvolvimento de texto dissertativo-argumentativo em prosa.

A oficina foi ministrada pela funcionária Juliana Freire Leite, do Serviço de Cultura e Extensão da Escola Politécnica, que participa da Comissão Gestora do Poli Cidadã e tem formação em Letras-Português pela FFLCH-USP. 

Essa foi uma iniciativa importante, pois mostrou que é possível explorar as diversas capacidades da comunidade da Escola Politécnica, gerando uma integração positiva entre alunos, professores e funcionários, em prol de atividades de caráter social.

Sobre a Poli Cidadã - Implantado em 2004, o Programa Poli Cidadã tem como objetivo estimular alunos e professores a realizar projetos sociais e estreitar a relação da Universidade com a sociedade.

Para mais informações sobre o programa, confira a página do Facebook

(Juliana Freire Leite, Serviço de Cultura e Extensão - Poli)

 

Poli-USP e Apemi retomam ciclo de palestras

Já estão agendados três encontros mensais, todos com temas pertinentes à Engenharia de Minas.

O ciclo de palestras mensais relacionadas à área de Engenharia de Minas será retomado em 2017. Ele é organizado pela Associação Paulista de Engenheiros de Minas (Apemi) e recebe o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). O primeiro evento, sobre licenciamento ambiental, ocorrerá no dia 2 de maio, às 19 horas, no Departamento de Engenharia de Minas e Petróleo (PMI) da Escola, no campus Butantã, em São Paulo. Outras duas palestras já estão agendadas para os dias 6 de junho e 3 de julho, no mesmo horário e local.

É o segundo ano consecutivo do ciclo coordenado pela Apemi. O principal objetivo desse evento é contribuir para o progresso e o desenvolvimento da Engenharia de Minas. As palestras abordam temas atuais e pertinentes a estudantes, profissionais e interessados no assunto.

A primeira palestra será proferida por Geraldo do Amaral Filho, Diretor de Controle e Licenciamento Ambiental da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), e abordará os problemas enfrentados no licenciamento ambiental na mineração. Formado tecnólogo em Saneamento pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Sorocaba, Amaral atua na Cetesb desde 1978, onde já exerceu diversas atividades. Atualmente também é professor da Faculdade de Engenharia de Sorocaba.

Na segunda palestra, o presidente da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (ABRECON) Heverton Bartoli vai falar sobre “Agregados Reciclados”. Ele é formado em Administração pela PUC Minas, com um MBA Executivo da Construção Civil pela FGV. Foi diretor comercial da Desmontec, empresa especializada em demolições civis e industriais e é diretor da empresa R3ciclo, especializada na gestão de resíduos sólidos da construção civil e demolição.

O dia 3 de julho terá a presença do professor da Poli Arthur Pinto Chaves, que discutirá as inovações tecnológicas dentro da mineração. O politécnico é docente titular de Tratamento de Minérios pelo PMI desde 1976, e publicou seis livros-texto utilizados em todos os cursos de Engenharia de Minas do Brasil, Argentina e países africanos de língua portuguesa.

O evento é gratuito e não necessita de inscrição prévia. Para mais informações, consulte o site da Apemi ou entre em contato pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 


Página 1 de 18